"Fiquem em casa" pede a todo momento o Primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu (Foto: Kobi Gideon, GPO) "Fiquem em casa" pede a todo momento o Primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu (Foto: Kobi Gideon, GPO)

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Subiu para 2030 o número de casos de COVID-19 confirmados em Israel, a doença já matou 5 pessoas no país.

Unidos com Israel

Na manhã desta quarta-feira (25), o Ministério da Saúde de Israel divulgou o número atualizado de casos confirmados de COVID-19 no país, 226 israelenses receberam alta depois de testar negativo para o coronavírus.

Até agora, 5 israelenses morreram vítimas da doença da cidade de Wuhan na China. Todas as vítimas até agora tinham mais de 67 anos e já sofriam de doenças graves antes mesmo de serem infectados pelo coronavírus.

O número de casos confirmados em Israel subiu para 2030 em comparação com 1656 casos divulgados na manhã de ontem. De todos os pacientes com coronavírus no país, 37 estão em estado grave apenas 371 estão internados em hospitais. Os demais doentes, estão isolados em suas casas sob os cuidados de médicos dos planos de saúde ou em hotéis geridos pelo Exército de Defesa de Israel.

Nesta terça-feira foram realizadas em Israel 5067 exames laboratoriais para o coronavírus. Este é o maior número de exames realizados em pacientes desde o ínicio da crise do COVID-19.

Até agora, 58 pacientes com COVID-10 em Israel foram curados e receberam alta. Para isso acontecer, as autoridades exigem que dois testes de coronavírus apresentem resultados negativos em intervalo de 24h.

Durante a madrugada desta quarta-feira, o governo israelense aprovou novas medidas para conter o avanço do coronavírus. Sinagogas e lojas não essenciais serão fechadas e os israelenses só poderão sair de suas casas para comprar comida e medicamentos. Além disso, um “passeio rápido” em um raio de até 100 metros da sua casa também será aceito para permitir que os israelenses tirem um pouco as crianças de casa ou saiam com bichos de estimação.

O transporte público em Israel foi reduzido drasticamente e atenderá apenas aquelas pessoas que precisam ir ao trabalho quando este for considerado vital para a sociedade. Táxis só poderão circular com até um passageiro e restaurantes só poderão oferecer serviço de entrega.

O decreto aprovado pelo governo israelense prevê ainda multa que pode variar de 500 Shekels até 5000 shekels para aqueles que descumprirem as regras.