Terrorista do Hamas, organização terrorista que controla a Faixa de Gaza. Foto: Abed Rahim Khatib/Flash90 Terrorista do Hamas, organização terrorista que controla a Faixa de Gaza. Foto: Abed Rahim Khatib/Flash90

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Diante do conflito travado nos últimos dias entre o Hamas e o Exército de Defesa de Israel, o grupo terrorista que controla a Faixa de Gaza divulgou um vídeo com novas ameaças.


 

Por David Aghiarian, Unidos com Israel

Tel Aviv, 20/08/2020

 

Na tarde desta quinta-feira (20), o grupo terrorista Hamas divulgou um novo vídeo onde faz ameaças ao Estado de Israel.

No vídeo, pode-se ouvir o discurso de Halil al-Hayye, vice-líder do grupo terrorista Hamas na Faixa de Gaza. Neste discurso, proferido ontem, o terrorista diz que “bombas serão respondidas com bombas, mísseis por mísseis e morte por morte”.

Al-Hayye diz ainda que as ameaças de Israel não os amedrontam e que a “mão da resistência está no gatilho”.

 

Escalada do conflito:

Há 12 dias, o Hamas e as demais organizações terroristas presentes na Faixa de Gaza lançam balões incendiários e explosivos contra comunidades israelenses no sul do país. Além disso, no último domingo, uma casa na cidade de Sderot ficou parcialmente destruída após ser atingida por um foguete lançado por terroristas.

 

 

Cada uma das agressões à soberania e à segurança de Israel e sua população acarretou uma resposta do exército israelense que há dias, vem bombardeando posições militares do grupo terrorista na Faixa de Gaza.

Ontem, Benny Gantz, Ministro da Defesa de Israel, fez ameaças aos integrantes do grupo terrorista Hamas. Segundo ele, se as agressões, os balões incendiários e os mísseis não cessarem haverá uma escalada do conflito. “Nós sabemos atingir não apenas instalações militares, mas também aqueles que lá estão agindo”, disse ele.

Em uma visita as comunidades próximas a fronteira com a Faixa de Gaza, o presidente israelense, Reuven Rivlin, também falou sobre a escalada do conflito.

“A população de Gaza é prisioneira do Hamas, organização que acha que nós também somos seus prisioneiros. É bom que o Hamas saiba, isto não é um jogo, nós não enxergamos estes eventos como se fora uma brincadeira. Estamos próximos de um momento em que eles terão de decidir, se eles quiserem guerra, terão guerra”, disse Rivlin.