Banner da campanha "Fevereiro Negro" proposta pelo Comitê de Resistência Popular Palestina. (Twitter) Banner da campanha "Fevereiro Negro" proposta pelo Comitê de Resistência Popular Palestina. (Twitter)

“Preparem suas armas”, pede o anúncio do Comitê de Resistência Popular Palestina (CPR) ao mostrar o acelerador de um carro como o cartucho de um fuzil.

Unidos como Israel

Enquanto o Presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas estava na ONU, disfarçado de carneiro e falando sobre a rejeição do povo palestino ao terrorismo, seus compatriotas em casa fazem campanha a favor do que chamam de “Fevereiro Negro”.

Usando a “resistência” contra o “Acordo do Século” para a paz no Oriente Médio como desculpa para inspirar atentados terroristas contra israelenses, o projeto “Fevereiro Negro” do Comitê de Resistência Popular pede que palestinos usem seus veículos como armas. Verdadeiras máquinas mortíferas como aquela que atropelou 12 jovens soldados do IDF que passeavam por Jerusalém na semana passada.

O cartaz da campanha fevereiro negro, ao pedir atentados por atropelamentos contra israelenses, chega a mostrar o acelerador de um carro como um cartucho de metralhadora. Claramente, a imagem estimula palestinos a matarem inocentes. “Heróis, preparem suas armas” diz o slogan da campanha Fevereiro Negro.

De acordo com O Ministério das Relações Exteriores de Israel, o Comitê de Resistência Popular Palestina é uma organização terrorista independente que atua na Faixa de Gaza. Ela é subsidiada e treinada pelo grupo terrorista Hamas.

O comitê, criado no ano 2000 durante a Segunda Intifada, que matou mais de 1000 israelenses, opera em coordenação com autoridades iranianas e com o Hezbollah. Fundado por Jamal Abu Samhadana, um ex-membro do Fatah, partido político de Mahmoud Abbas, o CPR é considerado por Israel e Estados Unidos, um grupo terrorista.