Turki al Faisal durante discurso na Manama Dialogue 2020 (Caption/Youtube) Turki al Faisal durante discurso na Manama Dialogue 2020 (Caption/Youtube)

Tentando reescrever a história, príncipe saudita Turki al Faisal diz no Bahrein que Israel é “o último poder colonizador ainda no Oriente Médio”.


Por David Aghiarian, Unidos com Israel

Tel Aviv, 06/12/2020

 

Promovido pelo Instituto Internacional de Estudos Estratégicos, a convenção internacional Manama Dialogue 2020, que deveria debater “os mais urgentes desafios da área da segurança no Oriente Médio”, transformou-se rapidamente em um palco utilizado pelo príncipe saudita Turki bin Faisal para atacar Israel e seu povo.

Ex-diretor da Unidade de Inteligência da Arábia Saudita, al Faisal participou, ao lado do Ministro das Relações Exteriores do Bahrein, Abdullatif al Zayani, do painel “novas parcerias da segurança no Oriente Médio”. O Ministro das Relações Exteriores de Israel, Gabi Ashkenazi, também foi convidado e participou do evento através de uma videoconferência.

Tentando reescrever a história e negando a ligação milenar do povo de Israel com a Terra de Israel, Turki bin Faisal disse que “todos os governos israelenses são os últimos poderes colonizadores do Oriente Médio”.

“Que tipo democracia é essa”, questionou al Faisal após atacar Israel com uma velha e conhecida série de mentiras que incluíram os termos “apartheid” e “assassinatos”.

Aquele que um dia representou o Reino da Arábia Saudita e ocupou o cargo de Embaixador para o Reino Unido e posteriormente para os Estados Unidos, Turki al Faisal disse que Israel construiu o “muro do apartheid” na Judéia e Samaria. Usando a velha retórica promovida pela liderança palestina, ele disse que Israel “demole lares para o seu próprio contento e assassina quem quiser”.

O príncipe saudita ainda acusou Israel de ter 20 bombas nucleares e disse que o país “nega aos cidadãos não judeus, seu direito de igualdade perante a lei”.

Gabi Ashkenazi, Ministro de Estado em um país que tem a coligação de partidos árabes como a terceira maior bancada de seu parlamento e cidadãos ateus, cristãos, drusos e muçulmanos ocupando altos cargos em todas as esferas da sociedade civil, preferiu não responder diretamente ao discurso de ódio promovido pelo príncipe saudita. Disse apenas que “lamenta os comentários” expressados por Turki al Faisal.

“Eu não acho que eles refletem o espírito das mudanças que vêm acontecendo no oriente Médio”, disse Gabi Ashkenazi, que no passado ocupou o cargo de Chefe do Estado-maior das Forças de Defesa de Israel.

O chanceler israelense disse ainda que o Oriente Médio se dividiu em dois grupos. De um lado estão aqueles que “escolheram a paz e um futuro melhor para seus filhos” e do outro, aqueles que se atém ao “caminho da guerra, violência, extremismo e terrorismo”.

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