Israelenses estão sendo testados para o coronavírus em "Drive Tru" espalhados pelo país. (Foto: Dovrut Maguen Davis Adom) Israelenses estão sendo testados para o coronavírus em "Drive Tru" espalhados pelo país. (Foto: Dovrut Maguen Davis Adom)

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Subiu para 2666 o número de casos de COVID-19 confirmados em Israel, a doença já matou 8 pessoas no país.

Por David Aghiarian, Unidos com Israel

Na manhã desta quinta-feira (26), o Ministério da Saúde de Israel divulgou o número atualizado de casos confirmados de COVID-19 no país.

Até agora, 8 israelenses já morreram vítimas da doença da cidade de Wuhan na China. Todas as vítimas até agora tinham mais de 67 anos e sofriam de doenças graves antes mesmo de serem infectados pelo coronavírus. A exceção pode ser, infelizmente e esperamos que não, um homem de 45 anos e aparentemente saudável que está internado em estado gravíssimo em um hospital nos arredores de Tel Aviv.

O número de casos confirmados em Israel subiu para 2066 em comparação aos 2030 casos divulgados na manhã de ontem. Dos 2066 casos, 432 estão internados em hospitais e 39 estão em estado grave. Os demais pacientes estão em isolamento residencial ou internados sob os cuidados de médicos dos planos de saúde em hotéis geridos pelo IDF.

Um comitê parlamentar estabelecido pelo Knesset, o parlamento de Israel, aponta que há hoje em hospitais de Israel, 1437 respiradores vagos. O número de respiradores disponíveis pode chegar a 2864 se contados aqueles de propriedade das Forças de Defesa de Israel (IDF) e clínicas particulares.

Nesta quarta-feira subiu também o número de exames realizadas para detectar o coronavírus. Foram realizados 5240 testes em comparação aos 5067 exames laboratoriais para o coronavírus do dia anterior.

Até agora, 68 pacientes com COVID-10 em Israel foram curados e receberam alta. Para isso acontecer, as autoridades exigem que dois testes de coronavírus apresentem resultados negativos em intervalo de 24h.

Durante a madrugada desta quarta-feira, o governo israelense aprovou novas medidas para conter o avanço do coronavírus.